ComunicaAÇÃO
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Coletivo de fonoaudiólogas, fonoaudiólogos e fonoaudiólogues

Em organização por piso salarial, contra a pejotização e em defesa do SUS.

Sem base unificada, não há mudança estrutural

Nenhuma mudança estrutural será conquistada sem uma base unificada, com representatividade institucional e capacidade de coesão coletiva.

A precarização do nosso exercício profissional, a pejotização nos serviços de saúde e a ausência de um piso salarial normatizado têm a mesma origem: a nossa desarticulação.

Para definir a estratégia de atuação política e dar suporte técnico-político à estruturação da nossa representação sindical, mapeamos o perfil demográfico, trabalhista e de competências de quem integra o coletivo.

Os resultados parciais estão abaixo. Eles orientam as primeiras ações sobre as pautas que a própria base trouxe.

Quem somos

Precisamos ir muito além do debate: o nosso objetivo é formular e colocar em prática ações concretas.

Somos profissionais fonoaudiólogos de diferentes especialidades, e estamos criando este grupo justamente porque percebemos que precisamos ir muito além do debate: o nosso objetivo é formular e colocar em prática ações concretas, como as que apresentamos mais abaixo.

O ComunicaAÇÃO nasce no pós-eleição, a partir da necessidade de estruturar a Fonoaudiologia no debate público e institucional. Somos um grupo de fonoaudiólogos e fonoaudiólogas comprometidos com a defesa de um SUS forte e público, com a soberania nacional, com a valorização da nossa categoria e com o respeito integral à diversidade humana.

Reconhecemos que essa luta passa por um posicionamento político crítico ao neoliberalismo e em defesa das políticas públicas. Isso é, sim, um posicionamento político-ideológico em defesa da Fonoaudiologia.

Acreditamos que a garantia dos nossos direitos e a expansão da Fonoaudiologia dependem de organização, presença institucional e ação política consciente.

Nossos objetivos centrais

1

Organização sindical em São Paulo

Mobilizar a categoria para fundar e estruturar o Sindicato dos Fonoaudiólogos do Estado de SP, contando com a solidariedade, o apoio e a experiência dos sindicatos de fonoaudiologia de outros estados e das demais entidades de classe.

2

Pautas da categoria e da sociedade

Luta pelo piso salarial, combate à precarização do trabalho (pejotização), criação de canais de acolhimento para a prática clínica, barateamento de tecnologias assistivas e próteses auditivas, e instituição da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TDL, entre outros temas que você pode ajudar a trazer.

3

Articulação orçamentária

Ocupar o debate da Lei Orçamentária Anual (LOA) nas Câmaras Municipais e na Assembleia Legislativa em São Paulo e em outros estados, defendendo recursos para a saúde pública e a acessibilidade.

4

Rede e coesão nacional

Criar pontes com fonoaudiólogos de todo o país para atuar de forma unificada junto a conselhos e parlamentares comprometidos com a saúde pública e os direitos sociais.

Perfil da base, até agora

Resultados parciais do formulário de caracterização da base. Os dados são agregados, sem identificação pessoal, e tratados conforme a LGPD.

185pessoas responderam
91,4%mulheres cisgênero
0,5%pessoas trans e não binárias
69,2%pessoas brancas
25,4%pessoas pretas e pardas (19,5% pardas e 5,9% pretas)
78,4%já formadas
13,5anos de formação em média (mediana de 9)
84,3%da região Sudeste
9,2%da região Sul
3,2%da região Nordeste
3,2%do Norte, Centro-Oeste e exterior

O perfil é concentrado. Ampliar o coletivo para outras regiões, raças, identidades de gênero e para pessoas com deficiência faz parte do trabalho de representatividade. As próximas atualizações do formulário devem incluir dados que, neste momento, não estão compilados, como a presença de pessoas com deficiência.

Onde e como atuamos

Cada pessoa podia marcar mais de uma opção, então os percentuais somam mais de 100%.

Saúde pública e políticasTrabalho e jornadaDemais temas

O que a base quer e o que trava

Percentuais sobre as 185 respostas. Em perguntas de marcar várias opções, a soma passa de 100%. Em verde, os temas de saúde pública e políticas; em âmbar, trabalho e jornada.

Nas palavras da base

Respostas escritas agrupadas por categoria e similaridade, sem qualquer trecho individual. A análise de conteúdo foi feita sobre as primeiras 180 respostas e será atualizada com o aumento das respostas no formulário. Cada resposta pode entrar em mais de uma categoria.

Fonoaudiologia e política andam juntas

86,9% das respostas válidas ligam, de forma positiva, a Fonoaudiologia às políticas públicas. Além disso, 79,4% (análise das 180 primeiras respostas) mostram ao menos um indicador de interesse nessa relação: resposta aberta, pauta de participação política ou disposição para debates e ações. A base já está disposta a agir. O que falta é organização.

Em destaque: saúde pública e jornada de trabalho

Os dois eixos que mais aparecem nas respostas, separados dos demais.

Políticas públicas de saúde

80,0%marcam a defesa do SUS

Entre quem atua ou quer atuar no setor público, 86,0% marcaram essa pauta. 74,1% pedem ampliação do acesso da população à Fonoaudiologia, e 64,3% marcam políticas públicas e direitos sociais.

Nas respostas abertas, “SUS e saúde pública” é o tema que mais gente se propõe a construir (30,9%). Quase 3 em cada 10 integrantes (29,2%) atuam em Saúde Coletiva, e 16,8% em gestão e políticas públicas.

Jornada e condições de trabalho

85,9%marcam salário e remuneração justa

76,8% marcam condições dignas de trabalho e 71,4% o combate à pejotização. 11,7% das respostas abertas analisadas citam carga horária ou jornada, e a maioria pede redução ou limite, como as 30 horas semanais.

Nenhuma resposta defende a jornada atual de 40 horas. Entre os argumentos agrupados, aparece a comparação com o restante da equipe multiprofissional de saúde, que em geral cumpre 30h, e o desgaste da atuação, inclusive em saúde mental.

Nossas pautas

Seis prioridades reivindicadas pela categoria, seguidas da análise de cada frente: o que diz a lei, o que tramita no Congresso e como agir.

  1. Piso salarial nacional dignoRegulamentação e aprovação de um piso de referência compatível com a responsabilidade técnica da profissão.
  2. Fim da pejotizaçãoContratos formais (CLT ou concurso público) e garantia de direitos trabalhistas e proteção social.
  3. Jornada de 30 horas semanaisCarga horária máxima de 30h para proteger a saúde física e mental no setor público e no privado.
  4. Valorização no SUSFinanciamento público, combate à terceirização e mais vagas na APS (eMulti/ESF), na atenção especializada (CER, CAPS) e na alta complexidade, com distribuição equitativa.
  5. Formação de qualidade, sem EADFiscalização rigorosa das instituições e proibição da graduação à distância na saúde.
  6. Compromisso social e acessibilidadeAtuação antirracista, de equidade de gênero, decolonial e anticapacitista. Mais Fonoaudiologia na educação pública e atenção a populações negligenciadas: saúde mental, diversidade vocal da população trans, TDL e TEA, sem a lógica predatória das “clínicas conveniadas”.

Para decidir juntos

Três perguntas que o coletivo precisa responder antes de se posicionar. A base já indica o caminho em duas delas.

Devemos apoiar?

PLs contra a pejotização

71,4% marcaram o tema como prioridade. Ninguém defendeu o modelo PJ.

Você concorda?

Piso e 30 horas

85,9% marcaram salário. Nenhuma resposta defende as 40h atuais.

Você concorda?

Res. CFFa 419/2012

8 atendimentos em 6h. Não foi perguntado no formulário: vale uma consulta rápida ao grupo.

Análise de cada frente

TrabalhoPejotização: deveres de celetista, direitos de PJA clínica exige horário, metas e subordinação, mas não garante 13º, FGTS nem licença-maternidade.

Sob o contrato PJ, quem trabalha precisa cumprir o horário (CLT, arts. 4º, 58 e 482, e), manter a agenda sem faltas injustificadas (art. 482, h), prestar o mínimo de horas contratado (arts. 58 e 58-A) e registrar a jornada (art. 74, § 2º). Em troca, não há obrigação de pagar 13º salário (Lei 4.090/1962), licença-maternidade (CLT, arts. 391 e 392), FGTS (Lei 8.036/1990) nem seguro-desemprego (art. 477).

Quando a contratante exige horário fixo, metas e subordinação sob contrato PJ, a análise do coletivo aponta infração a duas leis federais: o art. 9º da CLT, que anula contratos feitos para fraudar direitos, e a Lei 13.429/2017, que não permite à contratante exercer poder diretivo sobre o prestador. A subordinação descaracteriza a prestação de serviços e pode gerar vínculo de emprego.

  • PL 1.675/2025 (senador Fabiano Contarato): altera a CLT para proibir pessoalidade, habitualidade e subordinação sobre o prestador PJ, contra a “pejotização fake”.
  • PL 3.026/2026 (deputada Heloísa Helena): proíbe contratar profissionais por PJ para atividade-fim na saúde, pública ou privada. O alvo político são as Organizações Sociais de Saúde (OSS), que passariam a contratar por CLT ou concurso.
Devemos apoiar os PLs contra a pejotização?71,4% da base marcaram o combate à pejotização como prioridade, e ninguém defendeu o modelo PJ nas respostas abertas.
Salário e jornadaPiso salarial e 30 horas semanaisSubstitutivo na Comissão de Saúde propõe piso de R$ 5.700 e máximo de 30h. Falta pautar a votação.

A baixa remuneração, incompatível com o investimento na formação, gera insatisfação, pluriemprego e abandono do setor público. O PL 2.077/2023 (deputada Andreia Siqueira) altera a Lei 6.965/1981 para tratar de piso e jornada, com 30h semanais. Ele foi apensado, em maio de 2023, ao PL 54/2019 (ex-deputado Deley), a proposta original de piso de R$ 5.000 e 30h.

Em 6 de agosto de 2026, o relator na Comissão de Saúde (CSAUDE), deputado Ribamar Silva, apresentou um substitutivo unificado.

  • Piso sugerido de R$ 5.700,00, acima dos R$ 5.000 iniciais.
  • Jornada máxima de 30 horas semanais mantida.
  • Reajuste anual automático pelo INPC.
  • Próximo marco: o parecer precisa ser pautado e votado na comissão para depois seguir ao Senado. Só anda se o relator e o presidente da comissão o pautarem.
  • Como pressionar: votar “Concordo Totalmente” na enquete oficial do PL 54/2019 na Câmara e cobrar o relator Ribamar Silva (PODE-SP) e o presidente da comissão nas redes: “Votem o parecer do PL 54/2019 na Comissão de Saúde! Valorizem a Fonoaudiologia!”
Você concorda com piso e 30h?A pauta de salário é a mais marcada (85,9%). Das 21 menções a carga horária, a maioria pede redução ou limite, e nenhuma defende as 40h atuais.
Saúde mentalSobrecarga, metas abusivas e adoecimentoNR-1, Resolução CFFa 419/2012 e a realidade das OSS no SUS.

Há relatos frequentes de metas abusivas em clínicas privadas e de sobrecarga extrema no SUS, onde a demanda esmagadora e a falta de equipes levam ao burnout.

  • Setor privado: a atualização da NR-1 obriga as empresas a identificar, prevenir e gerenciar riscos psicossociais, incluindo metas abusivas, jornadas exaustivas e sobrecarga. A clínica pode ser penalizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego ou responder judicialmente por assédio moral organizacional.
  • OSS: por serem entes privados, estão 100% obrigadas a seguir a NR-1 e devem provar, documentalmente, que a meta cobrada não adoece quem trabalha.
  • Conselho profissional: a Resolução CFFa 419/2012 estabelece que, em 6 horas de jornada, a média é de 8 atendimentos (individuais ou em grupo) de cerca de 40 minutos cada.
  • No SUS: muitas OSS contratam por PJ para burlar direitos e forçar metas sob ameaça de rescisão. Esse cenário, somado às cooperativas de fachada, motivou audiências públicas no Senado.
  • Ideia em discussão: pressionar, com apoio de deputados, a criação de um PL que impeça essa prática.
Você concorda com a Res. CFFa 419/2012 (8 atendimentos em 6h)?O formulário não perguntou sobre isso. É uma boa questão para uma consulta rápida ao grupo.
FormaçãoEAD na saúde e estagiários sem supervisãoDecreto 12.456/2025 e PL 5.628/2026 avançam, e a Resolução CFFa 740/2024 dá base para denunciar.

Preocupa a proliferação de graduações à distância e a falta de supervisão de estagiários em clínicas privadas, o que fere o código de ética e compromete o raciocínio clínico e a segurança dos atendimentos.

  • Governo: o Decreto 12.456/2025 determina que graduações em saúde e licenciaturas sejam exclusivamente presenciais, barrando novos cursos EaD.
  • Congresso: o PL 5.628/2026 proíbe a oferta de ensino à distância para saúde e educação física na LDB. Foi aprovado na Câmara em setembro de 2026 e tramita no Senado. O argumento central é o prejuízo às habilidades práticas e à biossegurança.
  • Estágio: a Resolução CFFa 740/2024 (6 de setembro de 2024) regulamenta a atuação do fonoaudiólogo supervisor de estágio.
  • Como agir: 1) denunciar ao seu Conselho Regional (CRFa), que fiscaliza a ausência de responsável técnico e a atuação irregular de estagiários; 2) acionar o Ministério Público do Trabalho, que pune clínicas e OSS que descumprem a Lei do Estágio (11.788/2008).
OrganizaçãoFragmentação e desorganização da classeA desunião é a principal dificuldade apontada pela base.

Persiste a percepção de desunião da categoria, aliada à ausência de um sindicato forte e atuante, especialmente no estado de São Paulo, e ao sentimento de omissão ou distanciamento dos Conselhos de Classe (CFFa/CRFa) diante das condições de atendimento, o que afeta a categoria e a sociedade.

Os dados confirmam: desunião e baixa consciência de classe lideram as dificuldades (47,1%). É por isso que o ComunicaAÇÃO mapeia a base e apoia a estruturação da representação sindical.

AcessoTecnologia assistiva mais barataNova lei do CEIS e projeto de isenção de impostos para próteses e aparelhos auditivos.
  • Lei do CEIS (PL 2.583/2020): sancionada em 20 de julho de 2026, institui a Estratégia Nacional do Complexo Econômico-Industrial da Saúde como política permanente de Estado. Destina crédito e subvenções ao desenvolvimento local de dispositivos médicos, para reduzir a dependência de importações do SUS e estimular a fabricação nacional de tecnologia assistiva.
  • PL 6.910/2025 (deputado Duda Ramos): isenta de IPI e Imposto de Importação produtos de tecnologia assistiva, como próteses, aparelhos auditivos e implantes cocleares, para pessoas com deficiência. Os tributos chegam a triplicar o valor de fábrica.
  • Andamento: aprovado em setembro de 2026 na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (relator Diego Coronel). Aguarda novo relator na Comissão de Finanças e Tributação (CFT).
DireitosTranstorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL)Estratégia nacional aprovada na Comissão de Saúde e equiparação à PcD em São Paulo.

Em 18 de junho de 2026, a Comissão de Saúde da Câmara aprovou o projeto que institui a Estratégia Nacional de Conscientização sobre o TDL, unificando propostas como o PL 6.119/2025. Os objetivos são informar a sociedade, combater estigmas, incentivar o diagnóstico precoce e assegurar a inclusão. Prevê campanhas educativas, capacitação na rede pública de saúde e educação e apoio a pesquisas, fortalecendo a ponte entre fonoaudiologia e escola.

  • Equiparação à PcD: o anseio é que o TDL tenha o mesmo tratamento jurídico que o autismo recebeu com a Lei Berenice Piana. Em São Paulo, o PL 636/2026 (deputada estadual Clarice Ganem), que avança sobre o PL 1.638/2023, propõe essa equiparação.
  • Na prática: após avaliação biopsicossocial multiprofissional, a pessoa com TDL teria inclusão escolar (mediador em sala, adaptação curricular, tempo estendido em exames e vestibulares) e benefícios legais (cotas de emprego, isenções fiscais estaduais e prioridade em atendimentos de saúde).
  • Ação: acompanhar o PL 636/2026 no Portal da ALESP, registrar apoio nas ferramentas de manifestação popular e propor uma nota oficial de apoio técnico do coletivo.

Análise elaborada pelo coletivo a partir das respostas da base e da tramitação das propostas até 31 de outubro de 2026. Confira sempre a situação atual nos sites oficiais do Senado, da Câmara e da ALESP.

Princípios e regras do grupo

O ComunicaAÇÃO é um grupo de organização, articulação e mobilização coletiva de fonoaudiólogos.

Quando falamos em política, estamos falando de participação nos espaços de decisão, incidência legislativa, construção de políticas públicas, representação da categoria e reivindicação de direitos.

Nosso objetivo é construir uma organização capaz de pautar e enfrentar questões estruturais da Fonoaudiologia, como valorização profissional, piso salarial, condições de trabalho, regulamentação e fiscalização do exercício profissional, políticas públicas e acesso da população aos serviços fonoaudiológicos.

Por isso, este não é um grupo destinado ao compartilhamento aleatório de conteúdos de Fonoaudiologia, divulgação de cursos, vagas, eventos ou dúvidas clínicas. Existem outros espaços para essas trocas.

Para manter nosso propósito, estabelecemos alguns princípios

  1. Compromisso com a finalidade política do grupoAs discussões devem estar relacionadas à organização da categoria, às nossas pautas e às estratégias de mobilização.
  2. Construção coletivaTodas as pessoas podem apresentar demandas, críticas, propostas e sugestões. Não se trata de um espaço de decisões individuais, mas de construção democrática.
  3. Debate com respeito e pluralidadeDivergências são legítimas e necessárias, desde que contribuam para o debate e não se transformem em ataques pessoais. Todas as pessoas devem ter sua dignidade respeitada.
  4. Compromisso com a equidade e o enfrentamento das opressõesO grupo deve assumir uma postura de respeito e defesa dos direitos das populações historicamente vulnerabilizadas, incluindo pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, população em situação de rua, população negra e outros grupos socialmente marginalizados. Não serão toleradas manifestações de racismo, machismo, LGBTfobia, capacitismo, preconceito de classe, intolerância religiosa ou qualquer outra forma de discriminação.
  5. Foco em ações concretasQueremos ir além das discussões. Precisamos construir estratégias, documentos, articulações e encaminhamentos.
  6. Responsabilidade coletivaDecisões e posicionamentos em nome do grupo devem ser construídos e pactuados coletivamente.
  7. Organização e objetividadeEvitar mensagens desconectadas das nossas finalidades, correntes, publicidade e compartilhamentos que não contribuam para as pautas coletivas.

Nosso propósito não é apenas conversar sobre os problemas da Fonoaudiologia, mas nos organizar politicamente para enfrentá-los.

Não queremos ser apenas um grupo de profissionais insatisfeitos. Queremos construir força coletiva, representação e capacidade real de incidência nas decisões que determinam os rumos da nossa profissão.

A mobilização é o começo. A organização política é o caminho.

Organização começa por quem está aqui

Entre no grupo, acompanhe os resultados e ajude a definir as primeiras ações do coletivo.